Nossa, véspera de final de ano...Como o tempo passou. Ja imaginava e sinto que a cada ano os dias estão, em vista, como mais custos. É a verdade. Incrível isso mesmo eu desempregada desde agosto percebo isso. Achava que os dias seriam trágicos e que não haveri muito ao que se fazer num certo tempo, mas nada disso. Não, tem sim e muito o que se fazer. E a todo instante eu me pergunto por quê. Eu passei por um bocado durante esse ano. Não vou dizer que foi um ano fácil. Tomei um decisão muito importante que foi sair de um emprego de onde eu não estava mais satisfeita. Foi uma decisão difícil, mas muito bem pensada. Minha mãe passou um ano muito depressivo. Foi um ano onde eu conto nos dedos as suas gargalhadas. A "perda" da guarda de Biel, que ainda é um sofrimento para todos nós, que o ama. Enfim, foi um ano de perdas e conquistas. Mas também de grandes descobertas e de abertura para outros planos. Estou com a minha familia e isso é importante. Estamos com saúde, nenhuma doença grave, sofrimentos e angústias sim, mas nada que seja constante e nada que não se possa superar. Eu tenho andado muito pensativa e estou muito crente nesse próximo ano que está bem pertinho. Crente de que tudo pode acontecer e certa de que muita coisa acontecerá. Eu detesto a idéia de me sentir inferior e quero começar o ano com o pé direito. O início do ano vai começar muito bem e como vai, se Deus permitir. Quero crecer mais, estudar mais e em janeiro já estarei indo a São Paulo realizar um curso que será de grande valia para minha profissão. Vou fazer teste para trainne numa empresa que ainda nem conheço direito, mas estou disposta a encarar com muita seriedade, como encarei os testes da Wal Mart e acreditando que tudo pode acontecer de melhor paa mim, é só confiar. Quero um ano cheio de paz!!! Paz e paz, amor, união, saúde, emprego, dinheiro para que possamos conquistar várias necessidades, mas quero objetivo, perseverança e fé, muita fé. Deus está olhando por todos nós, de igual por igual e sei que esse novo ano ele vai nos dar novas chances, novas crenças e isso porque Ele acredita em todos nós.
Bom, quero uma entrada de ano maravilhosa, para todos!!!! Com muita paz, sabedoria e muito, muito sucesso a todos
FELIZ ANO NOVO E DEUS OBRIGADA POR TUDO!!!!!
domingo, 30 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Ai meu pai....
Minha cabeça anda tão confusa e tão certa ultimamente. Tô tão empolgada com o curso que irei realiza em São Paulo e as atividades paralelas que irei realizar....Continuo depois, pois estou com preguiça, já viu isso????Indisposta mesmo!!! hauhauhauhuh Não sei se vai dar tempo de entrar amanhã, pois será véspera de natal, mas enfim, desejo ao meu blog um natal repleto de felicidade.....A gente se cruza depois............rs....beijos
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Não sei...
Tudo fica tão confuso na minha cabeça...Tento sossegar, mas não consigo!!!! Tiro conclusões?? Não...Apenas me desespero em algumas situações. 2008 está ai e a única coisa que sei é que será bem diferente de 2007. Será um ano cheio de surpresas e de ótimas situações....Sei disso!!!! Não hei de me abalar com nada que seja pra impedir a minha felicidade. Vou ser feliz buscando as soluções que são de grande importância para mim e ai daqueles que tentarem me impedir....Me impedir de ser feliz!!!!! Quero apenas buscar o meu crescimento profissional e realizar meus desejos pessoais. Tenho ganância, mas saudável, nada superior àquilo que cada um deve desejar para ser feliz!!!!!!! Nada disso!!!!!!!!!!!!! Depois continuo, que tô resolvendo broncas amorosas........
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Gostei desse texto e preciso colocá-lo aqui....
Em busca de um debate real sobre as diferenças entre cristianismo e islamismoNa cristandade e no islamismo, os conceitos de amor a Deus e amor ao próximo diferem invariavelmente
Adrian Pabst*
No mês passado, 138 estudiosos muçulmanos dirigiram uma carta aberta ao papa Bento 16 e a outros líderes cristãos em que pedem um novo diálogo entre a cristandade e o islã, com base nos textos sagrados.
Intitulado "Uma palavra comum entre nós e vocês", o documento afirma que os princípios comuns dos muçulmanos e cristãos de amar a um só Deus e amar ao próximo oferecem o tipo de terreno comum entre as duas religiões que é necessário para se ter respeito, tolerância e compreensão mútuas.
A publicação dessa carta coincidiu com o aniversário de outra carta aberta em resposta ao polêmico discurso do papa em Regensburg em 12 de setembro de 2006, quando ele pareceu ligar a violência na religião à transcendência absoluta de Deus no islamismo. Sua tese era que, de acordo com os ensinamentos muçulmanos, a vontade de Deus é totalmente inescrutável e, portanto, não pode ser conhecida pela razão humana -com a implicação de que as injunções divinas não podem ser plenamente compreendidas e devem ser obedecidas cegamente.
Contra esse pano de fundo, a última iniciativa dos acadêmicos muçulmanos marca uma tentativa de afastar o diálogo entre as religiões dos debates sobre razão e revelação, em direção a uma leitura escritural. As relações cristãs-muçulmanas, segundo esse argumento, são melhor servidas pelas interpretações textuais que salientam os mandamentos e as crenças comuns.
Mas sugerir, como fazem os autores de "Uma palavra comum", que muçulmanos e cristãos são unidos pelos mesmos dois mandamentos mais essenciais de suas respectivas crenças e práticas -o amor a Deus e o amor ao próximo- é teologicamente dúbio e politicamente perigoso.
Do ponto de vista teológico, isto omite diferenças elementares entre o Deus cristão e o Deus muçulmano. O Deus cristão é um Deus relacional e encarnado. Além disso, o Novo Testamento e os primeiros textos cristãos falam em Deus como uma única divindade com três pessoas igualmente divinas -Pai, Filho e Espírito Santo.
Isso não é meramente um ponto da doutrina, mas algo que tem implicações políticas e sociais significativas. A igualdade das três pessoas divinas é a base da igualdade entre a humanidade -cada ser é criado à imagem e semelhança do Deus triádico.
Em conseqüência disso, a cristandade pede uma sociedade radicalmente igualitária, além de quaisquer divisões de raça ou classe. A promessa de igualdade e justiça universais que é encapsulada neste conceito de Deus fornece assim aos cristãos uma maneira de questionar e modificar não apenas as normas da ordem política prevalecente como também as práticas sociais (freqüentemente perversas) da igreja.
Em contraste, o Deus muçulmano é desencarnado e absolutamente uno. Não há Deus além de Deus, ele não tem sócio. Esse Deus é revelado exclusivamente a Maomé, o mensageiro (ou profeta), por meio do arcanjo Gabriel. Como tal, o Corão é a palavra literal de Deus e a revelação divina definitiva, anunciada primeiramente aos hebreus e depois aos cristãos.
Mais uma vez, este relato de Deus tem conseqüências importantes para as relações políticas e sociais. O islamismo não postula simplesmente divisões absolutas entre os que se submetem ao seu credo central e aqueles que o negam; também contém injunções divinas contra os apóstatas e os descrentes (embora proteja os fiéis judeus e cristãos).
Além disso, o monoteísmo radical islâmico tende a fundir a esfera religiosa com a política: ele privilegia a autoridade unitária absoluta sobre as instituições intermediárias e também dá ênfase à conquista e ao controle territoriais, sob o comando direto de Deus.
Estas (e outras) diferenças implicam que cristãos e muçulmanos não adoram ou acreditam no mesmo Deus; em conseqüência, nas duas crenças o amor a Deus e o amor ao próximo diferem invariavelmente.
Ao ignorar essas divergências fundamentais, os autores da carta aberta perpetuam mitos sobre cristãos e muçulmanos orarem de maneiras diferentes ao mesmo Deus. Pior, eles exibem uma teologia simplista de monoteísmo absoluto, não-mediado.
Dessa maneira, servem inadvertidamente aos extremistas religiosos dos dois lados, que alegam ter um conhecimento imediato, total e conclusivo da vontade divina somente por meio da fé.
O problema de todas as interpretações textuais é que elas são, por definição, particulares e parcialmente subjetivas. Sem conceitos universais e padrões objetivos como a racionalidade, os acadêmicos diferem dos extremistas meramente em termos de suas intenções honrosas.
Por isso o perigo político de enfocar o diálogo cristão-muçulmano na leitura textual é que ela negligencia as especificidades teológicas de cada religião e suas implicações sociais; como tal, essa abordagem mina a compreensão mútua que pretende oferecer mas deixa de produzir.
Cristãos e muçulmanos não podem mais evitar as diferenças fundamentais que distinguem suas religiões. A melhor esperança de paz e tolerância genuínas entre a cristandade e o islã é ter uma discussão teológica adequada sobre a essência de Deus e a natureza da paz e da justiça.
De outro modo, o diálogo entre religiões representará pouco mais que as platitudes gentis de políticos e diplomatas. Em nome do compromisso comum com a verdade e a sabedoria, cristãos e muçulmanos devem ter discussões sólidas que sejam teologicamente informadas e politicamente francas.
É claro que isso não impede a cooperação pragmática entre as religiões sobre questões de interesse comum, como o secularismo agressivo, o ateísmo militante e, mais importante, a violência na religião.
Mas os fundamentalistas dos dois lados só serão intelectualmente derrotados e politicamente marginalizados por uma crença arrazoada e uma discussão racional -e não pela interpretação textual subjetiva.
* Adrian Pabst é professor de religião e política na Universidade de Nottingham, Grã-Bretanha, e bolsista de pesquisa no Instituto de Estudos Europeus e Internacionais em Luxemburgo.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Visite o site do International Herald Tribune
Adrian Pabst*
No mês passado, 138 estudiosos muçulmanos dirigiram uma carta aberta ao papa Bento 16 e a outros líderes cristãos em que pedem um novo diálogo entre a cristandade e o islã, com base nos textos sagrados.
Intitulado "Uma palavra comum entre nós e vocês", o documento afirma que os princípios comuns dos muçulmanos e cristãos de amar a um só Deus e amar ao próximo oferecem o tipo de terreno comum entre as duas religiões que é necessário para se ter respeito, tolerância e compreensão mútuas.
A publicação dessa carta coincidiu com o aniversário de outra carta aberta em resposta ao polêmico discurso do papa em Regensburg em 12 de setembro de 2006, quando ele pareceu ligar a violência na religião à transcendência absoluta de Deus no islamismo. Sua tese era que, de acordo com os ensinamentos muçulmanos, a vontade de Deus é totalmente inescrutável e, portanto, não pode ser conhecida pela razão humana -com a implicação de que as injunções divinas não podem ser plenamente compreendidas e devem ser obedecidas cegamente.
Contra esse pano de fundo, a última iniciativa dos acadêmicos muçulmanos marca uma tentativa de afastar o diálogo entre as religiões dos debates sobre razão e revelação, em direção a uma leitura escritural. As relações cristãs-muçulmanas, segundo esse argumento, são melhor servidas pelas interpretações textuais que salientam os mandamentos e as crenças comuns.
Mas sugerir, como fazem os autores de "Uma palavra comum", que muçulmanos e cristãos são unidos pelos mesmos dois mandamentos mais essenciais de suas respectivas crenças e práticas -o amor a Deus e o amor ao próximo- é teologicamente dúbio e politicamente perigoso.
Do ponto de vista teológico, isto omite diferenças elementares entre o Deus cristão e o Deus muçulmano. O Deus cristão é um Deus relacional e encarnado. Além disso, o Novo Testamento e os primeiros textos cristãos falam em Deus como uma única divindade com três pessoas igualmente divinas -Pai, Filho e Espírito Santo.
Isso não é meramente um ponto da doutrina, mas algo que tem implicações políticas e sociais significativas. A igualdade das três pessoas divinas é a base da igualdade entre a humanidade -cada ser é criado à imagem e semelhança do Deus triádico.
Em conseqüência disso, a cristandade pede uma sociedade radicalmente igualitária, além de quaisquer divisões de raça ou classe. A promessa de igualdade e justiça universais que é encapsulada neste conceito de Deus fornece assim aos cristãos uma maneira de questionar e modificar não apenas as normas da ordem política prevalecente como também as práticas sociais (freqüentemente perversas) da igreja.
Em contraste, o Deus muçulmano é desencarnado e absolutamente uno. Não há Deus além de Deus, ele não tem sócio. Esse Deus é revelado exclusivamente a Maomé, o mensageiro (ou profeta), por meio do arcanjo Gabriel. Como tal, o Corão é a palavra literal de Deus e a revelação divina definitiva, anunciada primeiramente aos hebreus e depois aos cristãos.
Mais uma vez, este relato de Deus tem conseqüências importantes para as relações políticas e sociais. O islamismo não postula simplesmente divisões absolutas entre os que se submetem ao seu credo central e aqueles que o negam; também contém injunções divinas contra os apóstatas e os descrentes (embora proteja os fiéis judeus e cristãos).
Além disso, o monoteísmo radical islâmico tende a fundir a esfera religiosa com a política: ele privilegia a autoridade unitária absoluta sobre as instituições intermediárias e também dá ênfase à conquista e ao controle territoriais, sob o comando direto de Deus.
Estas (e outras) diferenças implicam que cristãos e muçulmanos não adoram ou acreditam no mesmo Deus; em conseqüência, nas duas crenças o amor a Deus e o amor ao próximo diferem invariavelmente.
Ao ignorar essas divergências fundamentais, os autores da carta aberta perpetuam mitos sobre cristãos e muçulmanos orarem de maneiras diferentes ao mesmo Deus. Pior, eles exibem uma teologia simplista de monoteísmo absoluto, não-mediado.
Dessa maneira, servem inadvertidamente aos extremistas religiosos dos dois lados, que alegam ter um conhecimento imediato, total e conclusivo da vontade divina somente por meio da fé.
O problema de todas as interpretações textuais é que elas são, por definição, particulares e parcialmente subjetivas. Sem conceitos universais e padrões objetivos como a racionalidade, os acadêmicos diferem dos extremistas meramente em termos de suas intenções honrosas.
Por isso o perigo político de enfocar o diálogo cristão-muçulmano na leitura textual é que ela negligencia as especificidades teológicas de cada religião e suas implicações sociais; como tal, essa abordagem mina a compreensão mútua que pretende oferecer mas deixa de produzir.
Cristãos e muçulmanos não podem mais evitar as diferenças fundamentais que distinguem suas religiões. A melhor esperança de paz e tolerância genuínas entre a cristandade e o islã é ter uma discussão teológica adequada sobre a essência de Deus e a natureza da paz e da justiça.
De outro modo, o diálogo entre religiões representará pouco mais que as platitudes gentis de políticos e diplomatas. Em nome do compromisso comum com a verdade e a sabedoria, cristãos e muçulmanos devem ter discussões sólidas que sejam teologicamente informadas e politicamente francas.
É claro que isso não impede a cooperação pragmática entre as religiões sobre questões de interesse comum, como o secularismo agressivo, o ateísmo militante e, mais importante, a violência na religião.
Mas os fundamentalistas dos dois lados só serão intelectualmente derrotados e politicamente marginalizados por uma crença arrazoada e uma discussão racional -e não pela interpretação textual subjetiva.
* Adrian Pabst é professor de religião e política na Universidade de Nottingham, Grã-Bretanha, e bolsista de pesquisa no Instituto de Estudos Europeus e Internacionais em Luxemburgo.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
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domingo, 16 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Continua...
Estava plenamente ausente dos meus deveres de postar no meu blog, mas agora reatei meu caso com ele. Mas vamos lá, estou numa fase down mesmo. Tipo, altamente inconstante, tentanto mostrar aquilo que às vezes nem tô sentindo. Tá sendo uma fase complicada, apesar do relevante aprendizado. Minha experiência na escola está sendo muito gratificante. Uma experiência única, ótima.....Mas não sei ainda o que será de mim no ano que vem!!!! De fato, estou com planos de ir para EUA e estou fazendo todos os encaminhamentos. Estou ainda com muitas dúvidas, mas sei que elas ficaram comigo até no dia que eu for e estiver lá. Estou decidida a ir mesmo e sei que será outra experiência única!!!!!!!!!!!!
Bom depois continuo, estou morrendo de sono. Vou tirar um cochilo porque vou passar num barzinho pra comemorar a 1ª FASE DA minha sobrinha, que passou em psicologia
até mais tarde ou mesmo amanhã.
Bom depois continuo, estou morrendo de sono. Vou tirar um cochilo porque vou passar num barzinho pra comemorar a 1ª FASE DA minha sobrinha, que passou em psicologia
até mais tarde ou mesmo amanhã.
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